segunda-feira, 24 de setembro de 2007

...

Eu tinha feito um belo texto apra ser feito...


Sabe aqueles textos onde voce fala tudo o que sente? Aqueles textos onde voce grita em plenos pulmões algo do tipo: "Ted, seu filha de uma puta, escroto de merda, volta pra casa porra!".

Mas não...

Não pude postar isso...






Em primeiro lugar porque a mãe do Ted é super gente boa...ja o resto das afirmações...






Não vou dizer que não sinto falta deste ser...






Pois é... acho que niguem viu quando minhas lágrimas correram pelos meus olhos...(sem contar a Barbara e uma menina que é muito legal, mas sempre esqueço o nome dela.)
Eu tenho esse... medo... sei lá... não é medo... simplismente não demonstro meus sentimentos... e não é orgulho.





Mas uma coisa eu queria dizer... porque está me matando desde que a criatura foi embora...


e sempre que lembro disso algumas lágrimas caem dos meus olhos... não posso evitar...


ele.... ele nem ao menos me abraçou antes de entrar no seu voo.



e o que me deixa mais triste... eu também não abracei ele.















Ele foi embora... e eu não tive coragem para dar um abraço em meu melhor amigo.







SEU MERDA, EU TE ODEIO.

segunda-feira, 13 de agosto de 2007

Cadeira

Não tente encontrar sentido em minhas palavras, que de alguma forma parecem não ter sentido absoluto enquanto formulo minhas visões de mundo, mas sim perceber sentimentos escondidos em fragmentos aleatórios dentro de um grande todo, já que de alguma forma ao invés de criar pequenas frações de história que em um contesto criam o tal grande todo, tenho a capacidade, e digo capacidade pois não consigo pensar em outra palavra, para deixar sentimentos presos em pequenas partes de um texto.
E não venha me dizer que só de me olhar, pois exemplos como esse já aconteceram e vão acontecer novamente, pode perceber o que posso ou não fazer. Depois de algumas noites sem dormir, fato que cria em mim um estado de dormência em minha mente, a qual acaba por ficar com um estado aleatório “travado”, onde acabo ficando com um certo “eu”, onde eu ficaria com um todo “eu”, e cria em mim a criatividade necessária para ir de algum lugar ao outro sem nem ao menos saber que isso ocorreu, e voltar assim como vim de uma forma impressionante, que desesperadamente clama por voltar ao seu estado original e ao mesmo tempo se prende ao estado inicial se assegurando de que assim ficarei enquanto eu não dormir, começo a ter espasmos de idéias que juntas se tornam o que aqui lhe digo como: nada.
Agora me diga por favor, pois sozinho não poderei passar uma manteiga em um pão sem sair da forma louca a qual estou preso, porque diabos, não no sentido literal, claro, pois se fosse minha questão não faria o menor sentido, estou aqui escrevendo coisas, que por algum motivo fazem eu pensar que estou certo de algo, e o que de alguma forma, que me dá a certeza de que não estou certo de nada, na hora de 6 da manha, sem conseguir levantar minha mente desta cadeira?

Marcio Whitaker Filho